Bridget Jones: No Limite da Razão
Olha só, assisti o primeiro (Diário de BJ) e num curti. Tentei assistir duas vezes, aliás. Sei lá pq não gostei. Mas já o segundo, curti. Acabei de ver no Telecine Premium. Estava ao telefone antes de começar o filme e perguntei a minha amiga se o filme era bom, e ela me recomendou assisti-lo, dizendo que a maioria das mulheres são como a Bridget. É claro que eu desliguei o telefone e fui assistir.
O filme é legalzinho. O primeiro clichê básico que me veio à cabeça foi: "Mulheres não gostam de caras muito bonzinhos." O namorado dela, principalmente no comecinho do filme, está extremamente paciente, cuidadoso, carinhoso, tolerante etc, o que causaria repulsa em muitas mulheres, segundo o clichê senso-comum. Na verdade, mulher gosta de ver estas cenas, gosta de falar que é legal e tudo mais, e indo até mais longe, acho até que elas queriam gostar dos caras assim tão bonzinhos, mas no fundo, não conseguem. Pois bem, segue o filme e o que eu disse que era clichê tornou-se real. BJ se separa do cara bonzinho, troca o pé pelas mãos em atitudes bizonhas, surreais. Deixa a mente viajar, delira, reafirmando a teoria do medo da felicidade, muito bem descrito por Gikovate. Na verdade deve ser esse o motivo real que faz as mulheres quererem gostar dos caras mais legais, mas efetivamente ficarem com os menos legais. Vale a pena entender como isso acontece em todos nós.
Para não me estender e não contar o final do filme, termino por aqui. Mas o filme é legal. Se ontem eu não consegui ver um filme água-com-açúcar, hoje eu consegui.


2 Comentários:
Bom dia, Stefano!
Eu já vi os dois volumes! Li o livro também ... A graça está no clichê que ser mulher é ... somos sempre insatisfeitas e esperamos sempre ser surpreendidas!
Ser mulher é complicaaaaaado... rs
beijos!
haha! pois, é, Fabíola.
Não custa tentar entender, não?
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