sexta-feira, junho 16, 2006

Schopenhauer

Ganhei um livro belíssimo de minha namorada: "Aforismos para a Sabedoria de Vida", de Arthur Schopenhauer. É meu segundo livro dele, sendo que o primeiro foi indicado pela então apenas amiga Aiana, chamado "A Arte de Ser Feliz".

Segue então três passagens do livro, recomendadíssimo...

Capítulo II

"Já reconhecemos em geral, que aquilo que somos contriubui muito mais para a felicidade do que aquilo que temos ou representamos. Importa saber o que alguém é e, por conseguinte, o que tem em si mesmo, pois sua individualidade o acompanha sempre e por toda parte, e tinge cada uma de suas vivências.
[ ... ]
...se a individualidade é de má qualidade , então todos os deleites são como vinhos deliciosos numa boca impregnada de fel. [ ... ] O que alguém é e tem em si mesmo, ou seja, a personalidade e o seu valor, é o único contributo imediato para a sua felicidade e o seu bem-estar. Todo o resto é mediato. Por conseguinte, seu efeito pode ser dirimido, mas o da personalidade, nunca.
[ ... ]
O que nos torna felizes ou infelizes não é o que as coisas são objetiva e realmente, mas o que são para nós, em nossa concepção. 'O que comove os homens não são as coisas, mas as opiniões sobre elas' "

2 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

Acho que fico com os "Aforismos para a Sabedoria de Vida". Confesso que tenho medo de me aprofundar nos pensamentos do doutor Gikovate!

8:46 AM  
Anonymous Anônimo disse...

Depois de A Arte de Ser Feliz, Schopenhauer virou meu guro. Parece que vai virar o seu também, né? Tá certo. Obrigada pelos conselhos lá no blog. Realmente, vc tem razão quando diz que somos frágeis a ponto de recorrermos a lembranças do passado quando a vida nos empurra para frente. Quem vive de passado é museu, né? Adelante!

4:05 AM  

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